O Museu de Arte de São Paulo, trouxe uma novidade incrível que começou no dia 23 de Outubro e vai até 14 de Fevereiro de 2016. Estará em cartaz a exposição da coleção completa "Arte na moda: MASP Rhodia". A coleção foi doada em 1972 pela empresa química francesa Rhodia, e é composta por 78 peças de vestuário produzidas nos anos de 1960. Lembrando que os ingressos são até R$25,00. O vestuário exposto tem estampas criadas por artistas brasileiros como Willys de Castro (1926-1988), Aldemir Martins (1922-1996), Hércules Barsotti (1914-2010), Carybé (1911- 1997), Alfredo Volpi (1986-1988), Lula Cardoso Ayres (1910-1987) e Antonio Maluf (1926-2005).

A empresa Rhodia, costumava lançar seus fios sintéticos no Brasil e divulgava através de desfiles e coleções de moda. Todos os desfiles eram pura arte, envolvendo teatro, musica e dança. Confira o que te espera na exposição:

Fotos: Divulgação.





Quem é antenada na moda, sabe o quanto esse modelo está em alta. E aliás, nem há necessidade de ser tão antenada assim, basta observar os pés da garotada pelas ruas, que é espadrilles para todo lado. Porém engana-se quem pensa que sua criação é atual.

As Espadrilles surgiram em meados do século XIV na região mediterrânea. Originada da Espanha, e criada para soldados e trabalhadores do campo justamente pelo seu conforto. Havia necessidade também de protege-los do frio, umidade e o calor intenso dos solos em que permaneciam muito tempo em pé. O material usado para sua fabricação era lona ou  tecidos leves, e seu solado de corda de cacto ou até cannabis; anos mais tarde feito com borracha, tudo artesanalmente.


O nome alpargatas ficou conhecido no Brasil quando o escocês Robert Fraser vindo da Argentina em 1907, associa-se a um grupo inglês e cria a Sociedade Anonyma Fábrica Brazileira de Alpargatas e Calçados, que mais tarde se tornou São Paulo Alpargatas Company S. A., com a fábrica na Mooca.

No anos 50, a área rural espanhola passou por um processo de industrialização, os trabalhadores rurais passaram a trabalhar nas fábricas, já não necessitava mais desse tipo de calçado. Então, muitas confecções de espadrilles fecharam as portas.

Mas uma delas se recusou a fechar suas portas. A fábrica da família Castañer continuou funcionando, e funciona até hoje. Com isso, foi uma das responsáveis pelo status que a espadrille tem hoje.

A família tinha a fábrica desde a década de 1920. Nos anos 60, quando se deu a grande crise dessas alpargatas, eles não quiseram fechar, nem mudar de negócio. Em vez disso, esforçaram-se pela sobrevivência, atualizaram o sapato e passaram a vendê-lo para a classe média catalã. O negócio deu certo, e a família começou a levar as novas espadrilles para feiras de moda na França. Em uma dessas feiras, conheceram Yves Saint-Laurent que encomendou um modelo com saltos, até então nunca feito na época. Assim em 1970 o calçado pisou pela primeira vez na passarela no desfile do estilista.



Contudo, algumas celebridades da época aderiram o uso no dia-a-dia e se renderam ao conforto, entre elas: Salvador Dali, Marilyn Monroe, entre outros.








Fotos: Reprodução.
E hoje as espadrilles pode ser encontrada em qualquer loja. O modelo retornou bem moderno, com variados tecidos e estampas, e com solados diferenciados. E você conhecia o modelo?
Lembrando, que tem promoção da semana na Yes Retrô com um produto clássico entre nós amantes do vintage/ retrô, a Bandana. Não percam tempo, e aproveitem essa super promoção.








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