Nascida em Londres em 14 de setembro de 1983, Amy Jade Winehouse ficou conhecida por sua voz contralto inconfundível que liderava músicas no estilo soul, jazz e ReB. Ingressou na carreira musical ainda na adolescência apresentando-se em pequenos clubes de jazz em Londres. A sua primeira aparição no cenário musical britânico foi com apenas 20 anos em 2003, com o seu álbum de estreia, Frank. O disco foi bem recebido mas inicialmente não obteve sucesso comercial apesar de ter produzido quatro singles, todos sem êxito. E apenas em 2006, com o lançamento do seu segundo álbum de estúdio, Back to Black que Amy ganhou  reconhecimento, logo em seguida reconhecimento mundial devido a sua influência retrô tanto no estilo, tatuagens e música.

Amy tinha como referência  musical cantores de soul e jazz das décadas de 1940 e 1960, como Ella Fitzgerald e Sarah Vaughan, também alguns artistas de música gospel, como Mahalia Jackson e Aretha Franklin. Artistas como Dinah Washington, Billie Holiday e Frank Sinatra também exerceram certa influência nas composições e estilo de música dela.

Apesar de todo o sucesso que renderam 6 prêmios Grammy  até sua morte, ela admitiu em diversas entrevistas ter problemas com automutilação, transtorno bipolar, distúrbios alimentares e anorexia. Devido ao assédio dos paparazzi e por ser tímida, se isolada ainda mais. Em 2005, iniciou o seu então conturbado relacionamento com o assistente de vídeo Blake Fielder-Civil (a quem tinha o nome tatuado no peito), pouco depois veio o término, como o amava, Amy passou a abusar de bebida alcoólica, uso de drogas e consequentemente, depressão e perda de peso. Chegou a se relacionar com um cantor nesse tempo mas reatou com Blake no ano de 2007 que resultou em casamento em 18 de maio de 2007, foi uma cerimônia privada em Miami e com a desaprovação da família. Pelo relacionamento complicado e a má influência de Blake (também usuário de drogas e bebida alcoólicas), Amy por diversas vezes prejudicou sua própria carreira faltando a shows, se apresentando embriagada, desmaiando em palco pelo abuso e etc. O que chamava ainda mais atenção da mídia em torno de sua vida pessoal.

Fotos: Reprodução.

Amy Winehouse (como ficou conhecida) foi encontrada morta em sua casa em Londres, em 23 de julho de 2011. A causa da morte foi intoxicação por álcool e após o falecimento da cantora, Back to Black tornou-se o disco mais vendido do século XXI no Reino Unido. O que nos restou dela foi suas músicas - que para mim - perfeitas já que sou apaixonada por soul e jazz, confira meu TOP 5:

1º To know him is to love him


2º Black to black


3º Love is a losing game



4º Valerie (não é autoria dela, e sim uma versão de uma banda que ela gostava "The Zutons" mas prefiro a versão dela)


5º Wake Up Alone



Como grande fã que sou, Amy me deixou saudade ♥
A bandana como todos sabem é um ornamento muito versátil utilizado na cabeça, que hoje é tanto utilizada casualmente por tribos como pin-ups, rockabillys, rockers - observando que usado na estampa cashmir - , e até pelos hippies na estampa tye-dye. Como por exemplo, também  é comum ver em funcionários de lanchonetes tendo como objetivo o isolamento do cabelo. Na atualidade é comum encontrar diversos tipos e estampas, e sendo utilizada para diversas finalidades.

Mas apesar de ser muito popular atualmente, o acessório tem uma história extensa, há relatos de que já era usado por piratas há muito, muito tempo atrás. Logo, pelos pioneiros do Velho Oeste que usavam em volta do pescoço para secar o suor e se proteger da poeira. Mais tarde, foi redescoberta e imposta na moda nos anos 70 por jovens hippies da época. Permanecendo nos anos 80 e sendo um item comum no cenário do rock. Ainda nos anos 80, foi bastante vista em bandas de Hard Rock, e em rappers norte-americanos(por ser uma herança da cultura negra séculos antes).

Mas passeando um pouco na cultura retrô e pin-ups atuais, o resultado que dá no look com a adição da bandana, é único. Veja:

Fotos: Reprodução.


Como todo mundo já sabe, é totalmente diferente da atualidade, e acho que épocas passadas chama tanto atenção por conta das mulheres se vestirem tão bem mesmo na crise da II Guerra Mundial, por exemplo. Já comentei em outro post que achava que a moda está em decadência e gostei que muitas leitoras expressaram da mais diversas opiniões e até discordando de mim, e isso para mim é ótimo, pois o blog é democrático. E até entendo que os tempos mudam, tudo muda, mas como grande admiradora que sou do antigo, me pego muitas vezes me perguntando o porque não nos vestimos como antes. Foi uma evolução no mundo têxtil e no mundo da moda, que para muitos foi uma degradação. Esse assunto é muito complexo, mas de uma coisa eu sei, a moda de hoje é buscar referências no vintage, seja qualquer peça de roupa atual que veja nas vitrines, há sempre algo ali que teve inspirações nas décadas passadas.

A priori, a década de 40 foi marcada como dito acima pela II Guerra Mundial(1939-1945), influenciando assim nas roupas. Parece coisas distintas, mas houve grande influência na moda justamente pelas crises econômicas e sociais. As mulheres da época deram adeus aos seus parceiros que foram para a guerra e tudo ficou por conta delas, assim como cuidar da casa e das indústrias. Contudo, foi necessário roupas mais práticas e a maioria delas foram inspiradas nos militares, com seus abotoamento(as vezes duplo), ombreiras, silhueta, cintos. Alguns até com muitos bolsos para servirem de apoio aos afazeres domésticos. Lembrando que eram utilizados tecidos baratos e leves e com cores simples e até reciclados de algum item de casa, por conta do  grande período de racionamento de tecidos. O toque de ''glamour'' e feminilidade da época ficava por conta dos acessórios.

Com o final da década de 40, os vestidos e roupas foram ficando ainda mais acinturados muitos com o intuito de mostrar suas curvas e cuidar mais da aparência, na medida que os soldados iam voltando da guerra. Saias plissadas ou de pregas marcando bem a cintura, com o comprimento um pouco mais abaixo, mas sempre com uma influência bem característica da época que era o militarismo. Os vestidos foram ganhando decotes e mais feminilidade com a vinda da década de 50, que foi marcada pelo glamour.

Fotos: Reprodução



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