Depois um tempo distante do Atelier sem lançar nenhum produto novo. Anuncio que estou de volta!! (uhul!) e agora pra ficar. Com muitos projetos em mente e a cabeça fervendo de ideias. Preciso imediatamente externar para vocês e tira-los do papel, não é mesmo? E recentemente, criei o Facebook, Twitter e Instagram do Atelier para estar lançando novidades e deixa-las bem curiosas quanto aos produtos.



Para quem não conhece minha loja virtual, a mesma está ativa desde 2012. No inicio era apenas brechó e aos poucos fui introduzindo produtos criados por mim no Atelier. Recentemente, o Atelier está focado em camiseteria, com estampas criadas por mim ou até mesmo estampas do universo retrô que não são de minha autoria (com os devidos créditos ao autor). Porém continuo sempre que possível trazendo novidades de produtos de brechó vintage, bem como criações exclusivas. 

A grande novidade está por vir logo, logo. Para retribuir meu grande amor por animais, estarei criando peças para dog, mas adivinhem? Também com um toque retrô. Tudo para as mamães de pet's deixa-los também antenados no universo vintage/retrô. Gostou? Então vem nos acompanhar nas redes sociais, e estar por dentro das novidades, dos produtos que são feitos com amor ♥ 



Conheça mais:
 
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Faz 1 ano que me casei, e desde então sou a louca da decoração. E por mais disposta em que eu esteja para decorar meu apartamento, é bem desanimador ver alguns preços. E fica bem complicado gastar, como por exemplo 200,00 reais em uma capa de almofada (acreditem que tem sim), e na maioria das vezes de tecidos simples e leves, que qualquer pessoa confecciona. Hoje em dia, tudo é muito caro quando se trata de casa/apartamento. Mas não significa que não existe outros meios, quero dizer, uma forma de decorar do seu jeitinho, mas gastando pouco. Pensando nessa desvantagem de preço, decidi me virar de outra maneira.

Como citei acima, eu pesquisei muitos preços, e também ideias, inclusive fotos para inspiração no Pinterest. Como eu não queria depender de nenhuma costureira pois a maioria são bastante atarefadas com roupas de festa, e acabam nem dando tanta importância para capas de almofada, e acabam levando meses para confecciona-las. E como também minha máquina de costura está com defeito, resolvi criar uma capa de almofada bem menos trabalhosa do que a convencional.

E como todo mundo sabe, o estilo vintage e retrô está bem presente em minha vida, inclusive no meu apartamento. E para as almofadas eu queria um tecido floral, mas na linha vintage. Foi então que encontrei pela internet no site Ponto X Tecidos, exatamente como queria, fundo preto para sobrepor ao sofá de couro preto. E se você não sabe absolutamente nada de costura, essa é uma boa dica para você. Confira:


Você vai precisar de:

• Tesoura bem afiada, de preferência de costura
• Fita métrica, ou uma régua
• Papel termocolante dupla face
• Tecido de sua preferência
• Ferro de passar roupa

Como fazer?

No começo você precisará fazer a conta de quantos metros de tecido você irá precisar. No caso das minhas almofadas, elas medem 45x45cm. Eu comprei o tecido de 1,50mt x 1,50mt para fazer 4 almofadas. E mesmo assim sobrou um pedaço pequeno.

O passo seguinte é cortar o tecido do tamanho da almofada, considerando a largura. O comprimento você duplica pois irá colar/costurar como um envelope. Lembrando sempre de cortar uns 3/5cm a mais das laterais e comprimento.



Antes de formar a capa de almofada, você irá dobrar as laterais e fazer bainhas para não correr o risco do tecido desfiar ao longo do tempo. Por isso é importante cortar 3/5cm a mais.

O papel termocolante é super simples de trabalhar pois você só irá cortar fitas, e retirar a película dos dois lados, ficando somente a película do meio, está é a principal, que ao passar o ferro irá derreter e formar uma cola. Posicione, abaixo da dobradura, e passe o ferro (como na foto ao lado), fazendo assim a bainha instantânea.











Após a bainha instantânea pronta, espere esfriar, e dobre em três partes, sendo a primeira menor. O truque está nessa etapa,  com o tecido do avesso, onde você iria costurar nas laterais, você usa o papel termocolante, sempre passando o ferro de passar roupa, na potência máxima que der. Pois assim derrete mais rapidamente, e o acabamento fica ainda mais perfeito. Após isso, desvire o tecido pelo buraco que ficará no meio e coloque sua almofada.

IMPORTANTE: não cole e nem costure o meio todo, apenas nas laterais uns 5cm, ficando um buraco para inserir a almofada, e tirar quando necessário lavar. 


Mais dicas:
Se você preferir, ou não encontrar o papel termocolante, experimente usar cola para tecido. Ambos, podem ser lavados normalmente.

Fotos: Acervo pessoal.

Fotos: Reprodução


Já faz um tempo que quero dividir com vocês a maravilha que é esse livro, comprei ele em meados de 2012. Esse é mais um daqueles que são verdadeiras obras de arte, pois o layout, a diagramação do livro é encantadora. As páginas são de alto brilho, desenhos feito pela própria autora Ines de La Fressange. Com a participação especial da jornalista Sophie Gachet.

O livro é como um guia de estilo para as amantes de Paris, assim como eu. Foge um pouco da futilidade da moda, que dita objetos de desejo de alto padrão e caros demais para uma pobre mortal de classe média. As dicas do livro para um estilo total parisiense, são em combinações e composições, e não em marcas especificas. Claro que ao final do livro a autora cita lojas bem bacanas por Paris, que vão de brechós a lojas de grife. Mas nesse caso fica a critério da leitora absorver aquela dica de acordo com sua condição financeira.

O livro teve seu lançamento em 2011 pelo Brasil, e pela França já batia a marca de 100 mil exemplares vendidos.

 Em 1974, Ines de la Fressange aos 17 anos, fez seu primeiro trabalho para a revista Elle francesa. Na sequência desfilou para o estilista Thierry Mugler e a partir daí, cheia de personalidade e atitude, Inès começou a ser reconhecida como “a manequim que fala”. Não demorou muito tempo e a francesa já tinha conquistado grandes couturiers, como Kenzo, Christian Lacroix, Claude Montana e Karl Lagerfeld, que a achava parecida com Coco Chanel, não por acaso, foi a primeira modelo a assinar um contrato de exclusividade com a maison francesa Chanel.

Nas 238 páginas, há um esboço sobre a mulher de Paris e seu gosto pela moda, seu DNA fashion e modo de vida. “Ser parisiense vai bem além dos códigos de como se vestir. É antes de tudo, um estado de espírito, um sentido de liberdade”, assegura. Para a autora, a parisiense não é uma fashion victim. Ao contrário, ela não é vítima de nada, sendo ao mesmo tempo insolente, frívola e profunda. “No meu guia, não quis ditar regras, mas dar conselhos. Por exemplo, não ficar bloqueada nos 30 anos quando se tem 50”.

Suas fontes preferidas para verdadeiros achados e dicas ótimas de como se vestir para ocasiões distintas, como fazer combinações, aulinhas de etiqueta, além de dicas que a gente ama sobre lojas bacanas, caras ou baratas, cafés, arte e decoração na capital francesa (disponíveis on-line e em Paris) são acompanhadas por fotografias de moda, nas quais a modelo é sua filha, e por desenhos assinados pela própria Ines. São 350 ilustrações a cores.


Vale a pena garantir o seu.


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